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Novas regras vão facilitar a validação de diplomas emitidos por instituições do exterior

Postado por Geraldo em 14/dez/2016 - Sem Comentários

No Brasil, a revalidação dos diplomas de graduação fica a cargo das universidades públicas. Já o reconhecimento dos diplomas de mestrado ou doutorado stricto sensu pode ser feito também por instituições particulares. “O passo que consagramos a partir de hoje é muito importante e vai na direção da facilidade para pesquisadores, professores e acadêmicos que estudam no exterior”, disse o ministro Mendonça Filho.

“A burocracia não pode atrapalhar a vida das pessoas; devemos ter uma burocracia que proteja o Estado, que resguarde os direitos do cidadão, mas que não crie situações em que as pessoas levem dez anos para ter o reconhecimento de um diploma. Isso é coisa do século passado ou retrasado e é inaceitável”, acrescentou o ministro.

De acordo com a coordenadora de avaliação internacional da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC e da equipe responsável pelo desenvolvimento da plataforma Carolina Bori, Elizabeth Balbachevsky, o problema é que os procedimentos de validação adotados pelas universidades brasileiras sempre seguiram “uma tendência restrita, de comparação de disciplinas e medição de cargas horárias”. Esse rigor mostra-se, segundo ela, desatualizado com o ensino acadêmico global e dificulta a política nacional de internacionalização na educação superior.

Segundo ela, muitos brasileiros deixam de se matricular em cursos de excelência, em nível de pós-graduação, no exterior, por saber que dificilmente conseguirão ter os diplomas reconhecidos no Brasil. “O que acontece hoje, no Brasil, é uma situação completamente arcaica e anômala e não ajuda nada no avanço do conhecimento”, disse. Esse entrave da legislação brasileira para as políticas de internacionalização ficou ainda latente com o programa Ciência sem Fronteiras (CsF), que fomentou a mobilidade internacional de estudantes brasileiros de graduação e pós-graduação.

Mérito — A dificuldade dos bolsistas em ter os diplomas validados no Brasil pautou discussões na Câmara de Educação Superior do CNE, que aprovou, em 22 de junho deste ano, a Resolução nº 3, com normas referentes a processos de revalidação e de reconhecimento. A portaria assinada pelo ministro ratifica as normas sugeridas pelo CNE. A principal alteração, descrita no art. 2º, faz referência à fundamentação da análise, que deve ser relativa “ao mérito e às condições acadêmicas do curso ou programa efetivamente cursado” e ao “desempenho global da instituição ofertante, levando em consideração diferenças existentes entre as formas de funcionamento dos sistemas educacionais, das instituições e dos cursos em países distintos”.

A arquiteta e urbanista Gabriela Callejas, 32 anos, está otimista com a nova legislação e a chance de ter, enfim, reconhecido o diploma do mestrado cursado na Columbia University, de Nova York. “É frustrante fazer um investimento para um mestrado que seria válido em qualquer parte do mundo e não conseguir equivalência no Brasil”, argumenta a profissional, que teve, em 2012, o processo de reconhecimento do diploma indeferido.

Durante reunião no CNE, o ministro Mendonça Filho assinou portaria com as novas regras para a validação de diplomas (Foto: Luís Fortes/MEC)“Disseram que não poderiam reconhecer o diploma porque não escrevi uma dissertação, mas a universidade de lá tem outro formato de curso”, acrescentou. Com novos critérios a vigorar, ela espera ter o curso reconhecido. “Quero muito poder dar aulas sobre desenho urbanístico, que é uma carência nos cursos de graduação do Brasil.”

O prazo para a validação e o reconhecimento dos diplomas será de, no máximo, 180 dias. Antes, havia casos de o trâmite se estender por até três anos. “A nova legislação estabelece normas e prazos que são importantes tanto para as instituições realizarem as revalidações e reconhecimentos quanto para as pessoas que os solicitam”, disse Concepta Margaret McManus Pimentel, diretora de Relações Internacionais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Ela explica que o portal estabelece uma plataforma única padronizada para a realização dos pedidos. Assim, mesmo antes de sair do país para estudar no exterior, acrescenta a diretora, “as pessoas terão conhecimento sobre os documentos necessários para o reconhecimento e revalidação dos diplomas no Brasil, os prazos para os procedimentos, bem como informações sobre os cursos no exterior em que os alunos que já tiveram seus diplomas validados”.

Bolsistas — Os bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras e os demais financiados pelas agências brasileiras serão beneficiados pela nova legislação e terão a tramitação de revalidação simplificada. Nesses casos, o prazo de tramitação será menor, de 60 dias. “O Ciência sem Fronteiras mostrou que o nosso sistema de reconhecimento e de validação é ultrapassado”, disse Elizabeth Balbachevsky. “Chegamos à situação anômala de bolsistas que tiveram seus estudos no exterior financiados com recursos públicos e não conseguiram ter o diploma validado para trabalhar.”

Logo após o lançamento do Portal Carolina Bori, teve início o seminário Elementos para uma Política de Revalidação/Reconhecimento de Diplomas. A secretária-executiva do MEC, Maria Helena Castro, abriu a discussão afirmando que o portal “representa um avanço extraordinário para os processos de reconhecimento e revalidação dos diplomas estrangeiros, que sofreram um processo de burocratização”.

O secretário de Educação Superior do MEC, Paulo Barone, disse que o processo de validação nacional dos diplomas estrangeiros passará a verificar o mérito científico e acadêmico dos cursos e instituições dos diferentes países. “A burocracia não pode superar o mérito”, afirmou. Segundo Barone, não faz sentido uma sistemática de validação de diplomas pautada em comparar carga horária e disciplinas. Apesar das mudanças estabelecidas pela nova legislação, ele assegura que a desburocratização dos procedimentos não significará menor rigor com cursos de mérito duvidoso no exterior.

Portal — No portal, que homenageia a primeira mulher a presidir a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), tanto os responsáveis, nas universidades, pelos processos de validação, quanto os diplomados no exterior vão poder consultar a legislação vigente e as orientações necessárias para submeter um diploma à validação. Falecida em 2004, a pedagoga e doutora em psicologia Carolina Martuscelli Bori construiu uma carreira acadêmica que se desdobrou da educação para a psicologia, para a ciência em geral e para política científica em defesa da sociedade. Uma das primeiras pesquisas que realizou, no final da década de 1940, fez referência ao preconceito racial e social.

Presidente da Capes, Abílio Baeta disse esperar que as universidades brasileiras façam uso da base de dados da plataforma Carina Bori e se aproveitem da experiência da Capes na concessão de bolsas de pós-graduação. “Um dos elementos por trás de cada bolsa concedida pela Capes diz respeito à qualidade do destino pretendido e essa é uma informação que precisa ser considerada nos procedimentos de validação dos diplomas”, observou. E elogiou a nova política do MEC: “Num momento em que se aposta numa inserção internacional mais forte das nossas universidades e da nossa comunidade acadêmica é preciso que nós saibamos reconhecer como se formam recursos humanos de alto nível nos outros países e que com bastante rapidez e agilidade possamos integrá-los ao nosso sistema.”

Diagnóstico — Pesquisa realizada pelo MEC, entre 28 de setembro e 21 de outubro deste ano, junto a 76 instituições de educação superior aptas a revalidar e a reconhecer diplomas obtidos no exterior, revela que os processos de equivalência estão ativos em apenas 53% delas. Das 2.306 solicitações recebidas no último ano, 70% foram para reconhecimento de diplomas de pós-graduação.

Ao se considerar uma demanda média anual de 1.426 solicitações, a América Latina destaca-se como a principal origem dos pedidos de validação e reconhecimento de diplomas, seguida pela Europa, Estados Unidos e Canadá. Entre os principais problemas relatados pelas instituições estão legislação insuficiente e apresentação de documentação errada.

A Portaria Normativa do MEC nº 22/2016, que dispõe sobre a tramitação de processos de revalidação de diplomas de graduação estrangeiros e o reconhecimento de diplomas de pós-graduação stricto sensu expedidos por instituições do exterior, foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 14.

Rovênia Amorim

Google lança App gratuito pra te ajudar na próxima viagem

Postado por Geraldo em 20/out/2016 - Sem Comentários

O Google lança um aplicativo gratuito para te ajudar na hora de planejar sua próxima viagem.

Google Trips é uma ferramenta – disponível em inglês para sistemas Android e iOS – que sugere roteiros, pontos turísticos e restaurantes de mais de 200 maiores cidades do mundo.

Ela dá informações sobre o destino, sugere pontos turísticos e roteiros, de acordo com o perfil do viajante. Mostra também onde comer, beber e fazer compras.

Todo o conteúdo do aplicativo está disponível offline, para do turista que não têm acesso à internet em outros países.

Basta tocar no botão “download” para que seu roteiro e todas as informações fiquem salvas no smartphone.

O aplicativo faz ainda um mapa com um itinerário das principais atrações próximas ao seu destino.

Como

Após escolher os lugares que deseja visitar, o app irá preencher o roteiro do dia automaticamente.

Uma ferramenta do Google Trips vai atualizando o roteiro com novas opções de lugares, permitindo que o itinerário do dia seja alterado em questão de minutos.

O aplicativo também integra ao seu e-mail e recolhe informações de suas reservas de viagens, como passagens e hotéis.

O Google não deu previsão de quando disponibilizará o aplicativo em português.

Se você não fala inglês, é preciso lembrar que existem dezenas de outros aplicativos de planejamento de viagens em português, como o das plataformas de viagens TripAdvisor e Booking.

Por: Só Notícia Boa

Indígenas assumem como prefeitos de 6 cidades em 2017

Postado por Geraldo em 20/out/2016 - Sem Comentários

Aos poucos o eleitor brasileiro vai vencendo seu preconceito contra os indígenas, ao menos na política. Nestas eleições, 6 índios foram eleitos prefeitos.

O mais bem votado, de acordo com dados do TSE, Tribunal Superior Eleitoral, é de Pernambuco: Rossine Blesmany dos Santos Cordeiro, do PSD, teve 12.454 votos.

O Acre também elegeu seu prefeito indígena, o primeiro da história do Estado – que tem eleições desde 1963 – a assumir a cadeira da prefeitura.

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Isaac Piyãko, prefeito eleito de Marechal Thaumaturgo / Foto: arquivo pessoal

Isaac Piyãko, do PMDB, foi eleito com 56,52% dos votos em Marechal Thaumaturgo. Ele foi o quinto mais bem votado entre os candidatos indígenas eleitos no país, com 4.094 votos válidos.

O coordenador do Centro de Antropologia da Universidade Federal do Acre (Ufac), Jaco Cesar Piccoli, avaliou a eleição como um “avanço” para os povos indígenas.

O indígena teve 4.094 votos contra o candidato Aldemir Lopes, do PT, que teve 3.150 votos.

Preconceito 

Isaac Piyãko disse que conseguiu vencer pelo projeto que apresentou e pelo apoio das pessoas. E que entrou para a política com intuito de fazer o bem para a sociedade em geral.

“Um índio governar um município e os povos não indígenas é uma alegria e privilégio. Existe muito o racismo e preconceito contra nós indígenas. Acredito que se eu fizer um bom governo, parte desse preconceito será eliminado, mas e se fizer um mau governo, pode continuar existindo esse olhar diferenciado para índios”, afirmou.

“Tentaram usar o fato de eu ser índio contra mim. Falaram que eu iria dividir as terras do municípios para os indígenas e outras coisas, mas eu tentava informar a sociedade e desconstruir essas mentiras”, disse.

O antropólogo Piccoli disse: “É uma vitória do povo indígena que aumenta a presença em instituições do estado brasileiro, nesse caso no município. Esperamos que a gestão seja de qualidade, demonstrando que o indígena tem toda condição de exercer plenamente a participação social e política”, finalizou Piccoli.

Com informações do G1

O peso financeiro das qualificações

Postado por Geraldo em 18/out/2016 - 1 Comentário

Segundo a Catho, maior site de relacionamento para profissionais, uma formação em nível de pós-graduação representa 22% a mais no seu salário.

Ter acesso aos cargos de coordenação, gerência e direção exige dos candidatos mais que experiência, independentemente da área de atuação. Os altos cargos exigem poder de inovar, capacidade de liderar e influenciar pessoas. Assim, quanto mais o profissional estuda mais desenvolve a capacidade de compreender a integração de sua área de atuação com outras áreas, dentro e fora da empresa.

Na atualidade, necessita-se estar sempre em atualização. A participação em eventos, feiras, congressos e cursos garante ao profissional ampliar sua rede de relacionamentos, mas na hora de contratar a empresa avaliará quando foi seu ultimo curso e com qual frequência que se retorna à universidade para realizar novos cursos.

Uma dica do mercado é ter um intervalo máximo de 2 anos entre a conclusão de um curso e o início de outro, quando se trata de uma pós-graduação ou MBA para outro. Para graduados, o importante é iniciar uma pós-graduação logo ao concluir a graduação, com intervalo máximo de um ano entre a conclusão da graduação e o início de uma pós-graduação ou MBA.

É importante lembrar que vários cursos requerem estágios, pesquisas e publicações o que permite ainda uma ampliação  de suas qualificações que podem e devem estar no seu currículo.

Novos Cursos FTP 2017

Postado por Geraldo em 18/out/2016 - Sem Comentários

Em novembro iniciaremos a oferta de novos cursos de Pós-Graduação em diversas áreas.

Após um trabalho de pesquisa de mercado e de levantamento de estratégias para oferta de cursos de pós-graduação, a FTP lança novos cursos de pós-graduação com início imediato.

Após adotar novo sistema acadêmico uma nova realidade tornou-se possível, garantir qualidade para cursos realizados em todas as unidades de pós-graduação. Com material didático específico para cada curso, composto de livros didáticos, vídeo-aula e ainda com o serviço de mentoria individualizada realizada com apoio da plataforma educacional, a FTO inova e permite que mais alunos possam ter sua formação garantida permitindo ampliar o nível e qualificação da mão de obra em todas as cidades que a FTP está presente.

O Diretor da FTP afirma que inicia uma nova fase na instituição e que a missão de ENSINAR será plenamente alcançada.

A faculdade reuniu o que há de mais moderno utilizado pelas grandes instituições de ensino do país para trazer novos cursos, novas perspectivas e geração de novos empregos em todas unidades da faculdade.

Recursos obtidos com pré-sal serão aplicados na educação, reafirma Dilma

Postado por phigino em 15/jul/2016 - Sem Comentários

A presidenta Dilma Rousseff reafirmou na quinta-feira (27), durante a cerimônia de formatura de 3.800 alunos do Programa Nacional de Acesso ao ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que os recursos obtidos com a exploração do petróleo da camada pré-sal serão aplicados na melhoria da educação, sendo 75% dos royalties e 50% do óleo destinados a esse fim.

“Precisamos pagar bem os professores e vamos gastar dinheiro, não só pagando professores, mas fazendo escolas para dois turnos, com laboratórios e equipamentos. O Brasil é um país rico pela qualidade de seu povo e porque temos petróleo. Essa riqueza finita tem que ser transformada em uma riqueza que não acaba para o Brasil, que é a educação”, destacou a presidenta.

Dilma lembrou que, no Brasil, o caminho da educação é o meio para conseguir transformar o país em uma nação de técnicos, cientistas, pesquisadores e universitários. “Para o Brasil crescer e se desenvolver e deixarmos para trás a história trágica da desigualdade, precisamos trilhar o caminho da educação e do ensino técnico, que é importantíssimo em um país.”

A presidenta destacou que as mulheres também estão procurando pelo Pronatec – em alguns estados, elas são 70% dos participantes. Em São Paulo, as mulheres são 51%. “É interessante que as mulheres tenham claro que este é o caminho da sua valorização, que leva também a mais oportunidades para as famílias”, acrescentou.

De acordo com informações da Presidência da República, o Pronatec é um dos programas federais que têm mais sucesso, com cerca de 5,8 milhões de participantes em 3.500 municípios – no estado de São Paulo, são 870 mil matrículas. Entre os cursos técnicos com maior procura estão administração, comércio, eletroeletrônica, informática, logística, multimídia, publicidade, recursos humanos, redes de computadores e segurança no trabalho. Também têm muita demanda os cursos de educação continuada.

“Este programa tem algumas características que o tornam vencedor. Sua função é criar oportunidades. Ele é gratuito e permite que a participação das pessoas que precisam.” Ela ressaltou que não há qualquer restrição e privilégio por causa da renda dos interessados. “Isso porque é uma parceria, e o governo federal coloca R$ 14 bilhões para garantir que vocês tenham acesso a educação de qualidade. Quem dá os cursos técnicos são aquelas instituições mais bem preparadas do Brasil.”

Dilma destacou que o esforço dos estudantes, o apoio da família e as oportunidades dadas no âmbito dos programas federais formam um arco de força para o sucesso das pessoas. “E é esse arco de força que leva este país para a frente. O Brasil precisa da educação para que saia de forma perene da pobreza, para garantir que sejamos um país que usa a tecnologia e a inovação para agregar valor e criar empregos de melhor qualidade.”

Para construir tal caminho, disse a presidenta, é preciso começar na creche, oferecendo a todos os pequenos brasileiros as mesmas oportunidades. “As crianças têm de ter acesso aos mesmos estímulos porque sabemos que é na infância que a criança começa a se desenvolver. Uma criança com os estímulos corretos será um adulto com muito mais condições de realizar todo o seu potencial”, ressaltou a presidenta, que falou também sobre a necessidade de reforçar o ensino em período integral e as melhorias no acesso à universidade. Neste sentido, Dilma elogiou o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Fonte: Portal EBC

Os assuntos que serão pauta na educação em 2014

Postado por phigino em 15/jul/2016 - Sem Comentários

2014 será um ano movimentado para a Educação brasileira. Projetos de lei importantes estarão em discussão no Congresso Nacional e as eleições presidenciais, para os governos de Estado e para o Congresso, que acontecerão no segundo semestre, vão movimentar a agenda dos assuntos educacionais.

Veja abaixo os principais assuntos que deverão pautar o debate da Educação do País em 2014:

Troca ministerial
Com as eleições deste ano, configuram-se mudanças no quadro político ministerial. A saída de Aloizio Mercadante (PT), atual ministro da Educação, para assumir a Casa Civil, é dada como certa. A mesma certeza não se tem em relação a quem irá substituí-lo na pasta.

PNE
O Plano Nacional de Educação (PNE), depois de quase três anos de tramitação, voltou agora à Câmara dos Deputados para a última fase do processo. O Senado aprovou o texto no dia 17 de dezembro. O PNE agora aguarda na Câmara despacho para tramitar na mesma Comissão Especial que o analisou o antes de ir ao Senado. Após essa fase, segue para o Plenário da Câmara. No entanto, existe a possibilidade de ser aprovado um requerimento de urgência, que evitaria essa tramitação pela Comissão.

A expectativa é de que o PNE seja aprovado no primeiro semestre de 2014. O texto foi alterado diversas vezes e a versão que está atualmente em discussão desagrada movimentos sociais e organizações da sociedade civil.

Para saber mais sobre a lei, clique aqui..

LRE
Neste ano, a Lei de Responsabilidade Educacional (LRE) deve começar a tramitar na Câmara dos Deputados. A matéria contém quatro princípios básicos: o estabelecimento de um padrão mínimo de qualidade para todas as escolas do país; o financiamento suplementar da União; a responsabilização pelas metas do PNE e a proibição do retrocesso social.

A ideia de não se ter retrocesso traz a condição de que nenhum governante poderá ter, ao final de seu mandato, um Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) menor que o último de seu antecessor, sob pena de ficar inelegível pelos próximos quatro anos. O mecanismo seria utilizado até que sejam atingidas as metas de qualidade do PNE. A lei prevê casos excepcionais. Se o gestor não cumprir com o exigido por algum motivo de força maior, terá todas os meios para se justificar.

O relator da Comissão Especial da LRE na Casa é o deputado Raul Henry (PMDB/PE). Ainda não há datas definidas para a apresentação do relatório do deputado.

Para saber mais sobre a LRE, clique aqui..

Eleições
Neste ano, ocorrem eleições para presidente da República, governos de Estado, deputados federais, deputados estaduais e senadores. É importante que os eleitores estejam atentos para quais candidatos darão seus votos: suas propostas de governo, projetos e promessas e, claro, se a Educação está entre as prioridades. Os programas de governo normalmente estão disponíveis na íntegra nos sites dos partidos. É importante lembrar que a eleição é apenas uma etapa do processo democrático. Todos nós temos o direito e o dever de cobrar dos eleitos que as políticas prometidas sejam efetivadas ao longo do mandato.

Emenda Constitucional 59
A dois anos do fim do prazo para o cumprimento da Emenda Constitucional 59, é importante que a sociedade civil esteja atenta ao que municípios e estados estão fazendo para garantir todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos matriculados nas escolas. Os prefeitos que estarão no cargo no ano em que se encerra o prazo foram eleitos no pleito passado, em 2012. Portanto, os esforços precisam ser realizados nessa gestão, em parceria com os novos governos estaduais eleitos no segundo semestre.

Para saber mais sobre a EC59, clique aqui.

Ensino Médio
Mais uma vez, a etapa final da Educação Básica faz parte dos principais temas da área a serem debatidos. No ano passado, o Ministério da Educação (MEC) lançou o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio público, programa em que o governo federal e os governos estaduais e distrital formalizaram o compromisso com a valorização da formação continuada dos docentes e dos coordenadores pedagógicos que trabalham nessa etapa de ensino. Podem participar profissionais de redes urbanas e rurais. O programa entra em pleno funcionamento neste ano.

Além disso, em 2013, o MEC distribuiu para os governos estaduais tablets para serem repassados aos docentes dessa etapa de ensino.

Deve-se citar que, entre as iniciativas já propostas e lançadas pelo MEC para reforçar o Ensino Médio, também está o programa Quero ser Cientista, Quero ser Professor, que foca no envolvimento dos alunos da etapa de ensino na carreira docente e científica.

Ideb e ANA
A Prova Brasil e o Saeb foram novamente aplicados em 2013, o que significa que, em 2014, haverá a divulgação de um novo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Cerca de 7,6 milhões de alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio de todos os Estados e do Distrito Federal participam do processo.

As expectativas giram em torno, principalmente, dos índices referentes ao Ensino Fundamental II, que registrou apenas 4,1, e ao Ensino Médio, que chegou a 3,7 em 2011. Calculado por amostragem, este último permaneceu praticamente estagnado. O crescimento foi de apenas 0,1 – o mesmo aumento desde que começou a ser calculado, em 2005.

Em 2014, pela primeira vez, serão divulgados os resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), criada pelo MEC no ano passado. A prova é composta por avaliações de leitura, escrita e matemática. Participaram dessa primeira edição cerca de 2,6 milhões de crianças do 3º ano do Ensino Fundamental de escolas públicas urbanas e rurais em que o Ensino Fundamental tenha nove anos.

Fonte: Portal Todos Pela Educação

Mercado de Eventos movimentou US$ 4,6 bilhões no Brasil

Postado por phigino em 15/jul/2016 - Sem Comentários

O setor de live marketing – conhecido no Brasil pelas ações que promovem qualquer experiência viva e ao vivo entre marcas e consumidores – movimentou US$ 21,8 bilhões no Brasil em 2013, um número 5,5% maior que o resultado de 2012.

Desse montante, a maior fatia foi para o segmento de eventos (21% – US$ 4,6 bilhões), seguido pelo investimento em feiras e estandes (18%) e ações de relacionamento e fidelização das marcas (17,9%).

Os dados são de um levantamento feito com cerca de 70 agências especializadas brasileiras para o Anuário Brasileiro de Marketing Promocional 2014, que acaba de ser lançado pelo Promoview.

O segmento de eventos é um dos que devem permanecer com as melhores perspectivas para 2014, de acordo com a Ampro – Associação de Marketing Promocional.

Uma das agências especializadas, que atende com frequência demandas para feiras e eventos de grandes marcas, como Pirelli, Dafra, SAP, TAM, Embraer entre outras, anunciou um crescimento de 9,5% em 2013 e espera faturar até R$ 23,4 milhões em 2014 – 15% a mais, especialmente com ações voltadas para o segmento.

“Estamos tendo um começo de ano atípico em termos de investimentos por parte dos clientes, alguns anteciparam atividades e a grande maioria está postergando eventos para o período pós-Copa e pré-Eleições, ou seja: estamos prevendo uma quantidade enorme de trabalhos que acontecerão em apenas quatro meses e teremos que estar preparados para esta demanda concentrada”, afirma a sócia-diretora da BEM+, Andrea Ortiz.

Entre os trabalhos realizados pela agência que mereceram destaque no último ano, estiveram três projetos grandes para a Pirelli – Fenatran, Convenção Latam e festa Motorsport (F1); o lançamento da marca Unify (ex Siemens Enterprise) no Brasil, com eventos em várias Capitais, incluindo um megaestande para a marca durante a Futurecom; estandes para a Dafra (Salão Duas Rodas) e para a TAM (Abav) e eventos específicos para a SAP e a Embraer.

De acordo com a executiva, durante 2014, as marcas que desejarem estar entre as “top of mind” na lembrança dos consumidores deverão dar preferência para agências que trouxerem diferenciais de atendimento, planejamento e operação, além de conseguirem preços competitivos.

“Os executivos que representam as grandes marcas, que são geralmente as detentoras das maiores verbas, não estão dispostos a se aventurar entregando seus jobs para empresas sem experiência e sem respaldo financeiro, estrutural e operacional. No entanto, querem a melhor relação custo-benefício, há uma pressão enorme por resultados em todos os sentidos. Sendo assim, será natural que os clientes queiram mais por menos e este será o principal desafio do mercado para 2014”, diz.

“O negócio está ganhando musculatura e trazendo uma série de benefícios para os clientes da agência, uma vez que todo o portfólio de serviços e produtos, extremamente personalizados, é direcionado apenas para os clientes da BEM+”, revela o sócio de Andrea, Nico Pochaska.

Fonte: ABEOC Brasil

Mulheres são maioria entre os novos empreendedores

Postado por phigino em 15/jul/2016 - Sem Comentários

Segundo o Sebrae, 52% dos empresários com menos de três anos e meio de atividade são do sexo feminino

As mulheres estão comandando a abertura de novos negócios no país. Dados revelados pelo Sebrae a partir da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) mostram que 52% dos novos empreendedores – aqueles com menos de três anos e meio de atividade – são mulheres. A força empreendedora feminina é maioria em quatro das cinco regiões brasileiras. Apenas no Nordeste elas ainda não ultrapassaram os homens, mas estão quase lá, com aproximadamente 49% de participação entre os novos empresários.

“A cada ano, o perfil do empreendedor brasileiro se torna mais feminino e mais escolarizado”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “As mulheres estão investindo em qualificação, buscam acesso às informações, não permitem amadorismo”, afirma. Prova disso é o índice de escolaridade: 49% dos donos de novos negócios – em que as mulheres são maioria – têm pelo menos o segundo grau completo. Já entre os donos de negócios estabelecidos (com mais de três anos e meio de atividade), – em que os homens são maioria – esse índice é de 41%.

A pesquisa GEM aponta ainda que 66% das mulheres iniciam uma empresa após identificar uma oportunidade de mercado. “Elas estão deixando de empreender apenas para complementar a renda da família ou por consequência de um passatempo”, reforça o presidente do Sebrae. Mesmo em um cenário praticamente de pleno emprego, em todas as regiões do país a maioria das mulheres que conduzem suas próprias empresas são movidas pela oportunidade e não pela falta de alternativas.

Boa parte desse resultado pode ser creditado à força do mercado interno brasileiro, fortalecido pela expansão da classe média. Mas, o fator determinante para o aumento do número de mulheres que empreendem é a flexibilidade para administrar o próprio tempo: gerenciar a própria empresa permite que elas consigam dividir o trabalho com outras atividades da vida familiar. “Isso não quer dizer que elas trabalhem menos, mas ganham autonomia para escolher seus horários”, completa Barretto.

A pesquisa GEM, uma iniciativa da London Business School e Babson College, é feita em 68 países, cobrindo 75% da população global e 89% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. No Brasil, ela é patrocinada pelo Sebrae e realizada pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foram entrevistadas 10 mil pessoas de 18 a 64 anos, de todas as regiões, e 85 especialistas em empreendedorismo. Entre os ouvidos pela GEM estão desde pessoas que estão se preparando para iniciar um empreendimento até os que já estão estabelecidos no mercado.

Fonte: SEBRAE